Fernando Haddad, o ministro da Fazenda que parece viver em outro planeta, soltou mais uma pérola. Ele disse hoje que vai levantar a bandeira de uma taxação global mínima sobre a riqueza durante o G20.
Em um discurso virtual, já que ele está de molho com a Covid-19, Haddad afirmou que essa taxação seria o "terceiro pilar" para uma cooperação tributária internacional. Dá para acreditar?
Segundo o ministro, os bilionários ainda não estão pagando o que ele considera ser a "justa contribuição" em impostos. Parece piada, né?
Ele ainda teve a audácia de dizer que houve uma "confusão" entre a integração econômica global e a flexibilização das leis trabalhistas, desregulamentação financeira e livre circulação de capitais. Claro, Haddad, porque só os super-ricos se beneficiam disso, não é mesmo?
O ministro, desde o ano passado, vem batendo na tecla de taxar os fundos exclusivos dos "super-ricos" e as tais offshores. Ele acha que isso vai deixar o Brasil no "topo do mundo" em termos tributários. Será que ele não percebe que essas ideias só afastam investimentos e destroem a economia?
Os temas discutidos nesse evento parecem mais um delírio utópico do que propostas reais. Combate à pobreza e à desigualdade, financiamento ao desenvolvimento sustentável, reforma da governança global, tributação justa (para quem, Haddad?), cooperação global para transformação ecológica (como se isso fosse a prioridade agora) e o problema do endividamento crônico de vários países.
Enfim, mais um capítulo da novela absurda protagonizada pelo governo. Esperamos que alguém com bom senso coloque um freio nessas ideias malucas antes que o estrago seja irreparável.

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